Inventário judicial e extrajudicial

Inventário resolvido com segurança, sem brigas entre herdeiros e sem meses de espera.

Assessoria jurídica especializada em inventário judicial e extrajudicial, com atendimento próximo e humano do primeiro contato até a partilha final.

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Dr. Felipe Cezar
Por que isso importa

Destravar os bens da família com o mínimo de desgaste possível.

Conta bancária, imóvel e veículo só voltam a circular depois do inventário concluído.

Perder alguém já é difícil o suficiente. Quando, além da dor, a família ainda precisa lidar com papelada, prazos e decisões sobre bens, tudo fica mais pesado — principalmente quando os herdeiros não entram em acordo ou não sabem por onde começar.

O inventário é o processo que garante que os bens deixados por quem partiu sejam legalmente transferidos aos herdeiros. Ele pode ser feito de forma extrajudicial (mais rápida, em cartório) ou judicial (quando há menores de idade, testamento ou desacordo entre herdeiros) — e escolher o caminho certo desde o início evita meses de atraso.

Aqui, cada processo é conduzido com atenção próxima e comunicação clara, para que você entenda cada etapa e não precise correr atrás de informação.


Se isso soa familiar

Se você está lidando com um inventário agora, alguma dessas situações provavelmente é a sua.

Você não sabe se o inventário deve ser feito em cartório ou na Justiça — e tem medo de escolher o caminho errado.

Os bens da família estão travados — conta bancária, imóvel, veículo — e ninguém consegue usar ou vender nada.

Existe desacordo entre os herdeiros sobre a partilha, e isso está gerando desgaste na família.

Você já pesquisou sobre o assunto, mas a quantidade de termos jurídicos só deixou tudo mais confuso.

O prazo legal para abrir o inventário está passando — ou já passou — e você não sabe as consequências disso.

Você quer resolver isso o quanto antes, sem abrir mão de ter certeza de que está sendo bem conduzido.


Como o seu caso é conduzido

01

Análise do caso

Quais bens existem, quantos herdeiros estão envolvidos, se há acordo entre eles e se há testamento ou menores de idade — os fatores que definem se o caminho extrajudicial, feito em cartório, é viável, ou se o caso precisa correr na Justiça.

02

Toda a parte técnica

Levantamento de documentos, cálculo de tributos, elaboração da partilha e acompanhamento em cartório ou no fórum, conduzidos de ponta a ponta. Você não precisa entender de direito sucessório nem decifrar prazos processuais sozinho.

03

Comunicação em cada etapa

Em vez de você correndo atrás de cartório, documentos e explicações jurídicas, alguém de confiança cuida disso por você — com atualizações claras sobre onde o processo está e o que vem a seguir.

Atendimento

Você fala com quem conduz o seu caso.

Não é call center, não é atendimento genérico. Grande parte do processo pode ser conduzida remotamente, incluindo assinaturas digitais quando aplicável — sem que a família precise sair de casa.

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Escritório Felipe Cezar Advocacia, em Santos/SP
O que muda na prática

Assessoria personalizada

Atendimento direto com quem conduz o seu caso — você fala com quem realmente entende a sua situação.

O caminho mais rápido possível

A análise inicial já indica se o extrajudicial é viável, evitando meses de tramitação judicial desnecessária.

Linguagem simples

Você não precisa entender de direito sucessório: toda a parte técnica é traduzida em cada etapa.

Menos desgaste entre herdeiros

Condução profissional e neutra ajuda a destravar acordos parados por desentendimento familiar.

Acompanhamento do início ao fim

Do levantamento de documentos até a assinatura final da partilha.

Clareza sobre prazos e riscos

Você entende exatamente onde está o processo e o que vem a seguir, sem surpresas.

Ágil

Atendimento rápido desde o primeiro contato

5,0

Avaliação no Google

Santos/SP

Atendimento online em todo o Brasil

O primeiro passo

O que está incluso na condução do seu inventário.

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Condução completa do processo, do primeiro documento à assinatura da partilha.

  • ✓Análise inicial do caso — bens, herdeiros, via extrajudicial ou judicial
  • ✓Levantamento e organização da documentação necessária
  • ✓Cálculo e orientação sobre os tributos incidentes (ITCMD)
  • ✓Elaboração da partilha e acompanhamento em cartório ou no fórum
  • ✓Comunicação direta e acompanhamento em cada etapa
  • ✓Estimativa de custos apresentada antes do início do processo

O que costuma travar a decisão

“Vai demorar anos, igual eu ouvi de outros casos.”

Nem todo inventário precisa passar pela Justiça. Muitos casos se resolvem por via extrajudicial, em cartório, num prazo bem menor — a demora costuma vir do caminho errado escolhido no início, ou da falta de acompanhamento próximo. Isso é avaliado já na primeira conversa.

“É muito burocrático, não sei nem por onde começar.”

Você não precisa entender de burocracia — só precisa contar o que aconteceu. A partir daí, documentos, prazos e cartório são conduzidos por quem já passou por isso dezenas de vezes.

“Minha família não entra em acordo sobre a partilha.”

Esse é um dos motivos mais comuns para travar um inventário — e um dos que mais se beneficia de condução profissional e neutra, que ajuda a destravar o diálogo sem piorar a relação entre os herdeiros.

“Não sei quanto vai custar.”

Antes de qualquer decisão, você recebe uma estimativa clara dos custos envolvidos — tributo, cartório e honorários — para decidir com informação completa, sem letras miúdas.

“E se eu perdi o prazo de 60 dias?”

Ainda é possível regularizar. Pode haver custo adicional — multa sobre o imposto, em alguns estados — mas isso é avaliado caso a caso. O importante é não deixar acumular mais atraso.

O compromisso assumido aqui

Não existe promessa de resultado — cada inventário depende de fatores próprios do caso. O compromisso é de transparência e acompanhamento: avaliação honesta, próximos passos e custos claros antes de você decidir, e acompanhamento direto durante todo o processo.

60

Dias de prazo legal após o falecimento

O prazo é da lei, não uma pressão comercial.

A lei estabelece até 60 dias após o falecimento para dar entrada no inventário. Perder esse prazo pode gerar multa sobre o imposto de transmissão (ITCMD) em diversos estados — um custo adicional evitável começando o processo o quanto antes.

Se esse prazo já passou no seu caso, ainda é possível regularizar — mas quanto antes começar, menor tende a ser o custo extra envolvido.

Dúvidas frequentes
O que é inventário extrajudicial e como ele difere do judicial?+

O extrajudicial é feito diretamente em cartório, sem processo na Justiça — mais rápido, mas só possível quando há acordo entre todos os herdeiros, nenhum deles é menor de idade e não há testamento (com algumas exceções recentes na lei). Quando essas condições não são atendidas, o caminho é o judicial.

Preciso de advogado para fazer inventário?+

Sim. Por lei, tanto o inventário judicial quanto o extrajudicial exigem acompanhamento de um advogado.

Quanto tempo demora um inventário?+

Varia conforme o tipo — o extrajudicial costuma ser mais rápido que o judicial — e a complexidade do caso: número de bens, de herdeiros e se há acordo entre eles. Isso é avaliado já na análise inicial.

Quais documentos são necessários?+

De forma geral: documentos do falecido (certidão de óbito, RG/CPF), dos herdeiros (RG/CPF, certidões) e dos bens (matrícula de imóveis, documento de veículos, extratos bancários). A lista completa é levantada caso a caso.

Preciso sair de casa para resolver isso?+

Grande parte do processo pode ser conduzida remotamente, incluindo assinaturas digitais quando aplicável (plataforma e-Notariado, por exemplo). O escritório fica em Santos/SP e atende clientes em todo o Brasil.

Tenho bens em cidades ou estados diferentes. Isso complica?+

Não necessariamente — bens em diferentes localidades geralmente podem ser reunidos em um único processo de inventário.

E se o prazo de 60 dias já passou?+

Ainda é possível regularizar. Pode haver custo adicional, como multa sobre o ITCMD em alguns estados, mas isso é avaliado no seu caso específico.

Quanto custa?+

Os custos envolvem três frentes: imposto de transmissão (ITCMD), taxas de cartório ou judiciais e honorários advocatícios. Uma estimativa é apresentada antes de você decidir seguir em frente, sem compromisso.

Você não precisa resolver isso sozinho.

Cada mês que um inventário fica parado é mais tempo com bens travados, mais desgaste na família e, em muitos casos, mais custo acumulado. Conte o que aconteceu — a avaliação do seu caso é o começo para destravar tudo isso com segurança.

Falar com um advogado agora (13) 98197-8722

OBS: o prazo legal para abrir um inventário é de até 60 dias após o falecimento — e quanto mais esse processo espera, maior tende a ser o desgaste, familiar e financeiro, para resolver. Se você já sabe que precisa cuidar disso, o primeiro passo é simples: uma conversa inicial, sem compromisso, para entender o caminho mais rápido e seguro para o seu caso.

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