Assessoria jurídica especializada em inventário judicial e extrajudicial, com atendimento próximo e humano do primeiro contato até a partilha final.
Conta bancária, imóvel e veículo só voltam a circular depois do inventário concluído.
Perder alguém já é difícil o suficiente. Quando, além da dor, a família ainda precisa lidar com papelada, prazos e decisões sobre bens, tudo fica mais pesado — principalmente quando os herdeiros não entram em acordo ou não sabem por onde começar.
O inventário é o processo que garante que os bens deixados por quem partiu sejam legalmente transferidos aos herdeiros. Ele pode ser feito de forma extrajudicial (mais rápida, em cartório) ou judicial (quando há menores de idade, testamento ou desacordo entre herdeiros) — e escolher o caminho certo desde o início evita meses de atraso.
Aqui, cada processo é conduzido com atenção próxima e comunicação clara, para que você entenda cada etapa e não precise correr atrás de informação.
Você não sabe se o inventário deve ser feito em cartório ou na Justiça — e tem medo de escolher o caminho errado.
Os bens da família estão travados — conta bancária, imóvel, veículo — e ninguém consegue usar ou vender nada.
Existe desacordo entre os herdeiros sobre a partilha, e isso está gerando desgaste na família.
Você já pesquisou sobre o assunto, mas a quantidade de termos jurídicos só deixou tudo mais confuso.
O prazo legal para abrir o inventário está passando — ou já passou — e você não sabe as consequências disso.
Você quer resolver isso o quanto antes, sem abrir mão de ter certeza de que está sendo bem conduzido.
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Quais bens existem, quantos herdeiros estão envolvidos, se há acordo entre eles e se há testamento ou menores de idade — os fatores que definem se o caminho extrajudicial, feito em cartório, é viável, ou se o caso precisa correr na Justiça.
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Levantamento de documentos, cálculo de tributos, elaboração da partilha e acompanhamento em cartório ou no fórum, conduzidos de ponta a ponta. Você não precisa entender de direito sucessório nem decifrar prazos processuais sozinho.
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Em vez de você correndo atrás de cartório, documentos e explicações jurídicas, alguém de confiança cuida disso por você — com atualizações claras sobre onde o processo está e o que vem a seguir.
Não é call center, não é atendimento genérico. Grande parte do processo pode ser conduzida remotamente, incluindo assinaturas digitais quando aplicável — sem que a família precise sair de casa.
Escritório em Santos/SP · Atendimento online para todo o Brasil

Atendimento direto com quem conduz o seu caso — você fala com quem realmente entende a sua situação.
A análise inicial já indica se o extrajudicial é viável, evitando meses de tramitação judicial desnecessária.
Você não precisa entender de direito sucessório: toda a parte técnica é traduzida em cada etapa.
Condução profissional e neutra ajuda a destravar acordos parados por desentendimento familiar.
Do levantamento de documentos até a assinatura final da partilha.
Você entende exatamente onde está o processo e o que vem a seguir, sem surpresas.
Ágil
Atendimento rápido desde o primeiro contato
5,0
Avaliação no Google
Santos/SP
Atendimento online em todo o Brasil
Sem compromisso · Você recebe uma avaliação clara do seu caso e dos próximos passos
Condução completa do processo, do primeiro documento à assinatura da partilha.
Nem todo inventário precisa passar pela Justiça. Muitos casos se resolvem por via extrajudicial, em cartório, num prazo bem menor — a demora costuma vir do caminho errado escolhido no início, ou da falta de acompanhamento próximo. Isso é avaliado já na primeira conversa.
Você não precisa entender de burocracia — só precisa contar o que aconteceu. A partir daí, documentos, prazos e cartório são conduzidos por quem já passou por isso dezenas de vezes.
Esse é um dos motivos mais comuns para travar um inventário — e um dos que mais se beneficia de condução profissional e neutra, que ajuda a destravar o diálogo sem piorar a relação entre os herdeiros.
Antes de qualquer decisão, você recebe uma estimativa clara dos custos envolvidos — tributo, cartório e honorários — para decidir com informação completa, sem letras miúdas.
Ainda é possível regularizar. Pode haver custo adicional — multa sobre o imposto, em alguns estados — mas isso é avaliado caso a caso. O importante é não deixar acumular mais atraso.
Não existe promessa de resultado — cada inventário depende de fatores próprios do caso. O compromisso é de transparência e acompanhamento: avaliação honesta, próximos passos e custos claros antes de você decidir, e acompanhamento direto durante todo o processo.
60
Dias de prazo legal após o falecimento
A lei estabelece até 60 dias após o falecimento para dar entrada no inventário. Perder esse prazo pode gerar multa sobre o imposto de transmissão (ITCMD) em diversos estados — um custo adicional evitável começando o processo o quanto antes.
Se esse prazo já passou no seu caso, ainda é possível regularizar — mas quanto antes começar, menor tende a ser o custo extra envolvido.
O extrajudicial é feito diretamente em cartório, sem processo na Justiça — mais rápido, mas só possível quando há acordo entre todos os herdeiros, nenhum deles é menor de idade e não há testamento (com algumas exceções recentes na lei). Quando essas condições não são atendidas, o caminho é o judicial.
Sim. Por lei, tanto o inventário judicial quanto o extrajudicial exigem acompanhamento de um advogado.
Varia conforme o tipo — o extrajudicial costuma ser mais rápido que o judicial — e a complexidade do caso: número de bens, de herdeiros e se há acordo entre eles. Isso é avaliado já na análise inicial.
De forma geral: documentos do falecido (certidão de óbito, RG/CPF), dos herdeiros (RG/CPF, certidões) e dos bens (matrícula de imóveis, documento de veículos, extratos bancários). A lista completa é levantada caso a caso.
Grande parte do processo pode ser conduzida remotamente, incluindo assinaturas digitais quando aplicável (plataforma e-Notariado, por exemplo). O escritório fica em Santos/SP e atende clientes em todo o Brasil.
Não necessariamente — bens em diferentes localidades geralmente podem ser reunidos em um único processo de inventário.
Ainda é possível regularizar. Pode haver custo adicional, como multa sobre o ITCMD em alguns estados, mas isso é avaliado no seu caso específico.
Os custos envolvem três frentes: imposto de transmissão (ITCMD), taxas de cartório ou judiciais e honorários advocatícios. Uma estimativa é apresentada antes de você decidir seguir em frente, sem compromisso.
Cada mês que um inventário fica parado é mais tempo com bens travados, mais desgaste na família e, em muitos casos, mais custo acumulado. Conte o que aconteceu — a avaliação do seu caso é o começo para destravar tudo isso com segurança.
OBS: o prazo legal para abrir um inventário é de até 60 dias após o falecimento — e quanto mais esse processo espera, maior tende a ser o desgaste, familiar e financeiro, para resolver. Se você já sabe que precisa cuidar disso, o primeiro passo é simples: uma conversa inicial, sem compromisso, para entender o caminho mais rápido e seguro para o seu caso.